Sha’Carri Richardson testa positivo para cannabis e pode perder Olimpíada

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A velocista estadunidense Sha’Carri Richardson testou positivo para maconha, disseram fontes à Reuters, e é improvável que ela tenha a chance de lutar pelo título olímpico dos 100 metros em Tóquio no final deste mês

De acordo com uma fonte familiarizada com o assunto, o teste positivo para cannabis veio nos testes olímpicos realizados nos EUA no mês passado, onde Sha’Carri Richardson se estabeleceu como uma candidata à medalha de ouro ao vencer os 100 m em 10,86 segundos.

Um teste positivo durante os testes significaria que todos os resultados de Richardson no encontro seriam anulados, invalidando sua vitória na final dos 100 metros.

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Outra fonte familiarizada com o assunto disse que Jenna Prandini, que terminou em quarto lugar na final, já havia sido procurada para correr pelos EUA nos 100 m em Tóquio.

Ambas as fontes solicitaram anonimato devido à delicadeza do assunto.

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Ligações e e-mails para o agente de Richardson, Renaldo Nehemiah, a Agência Antidoping dos EUA (USADA) e a USA Track & Field (USATF — federação de atletismo dos EUA) ficaram sem resposta na quinta-feira.

Em um tweet enigmático no início do dia, Richardson escreveu: “Eu sou humana”.

A jovem de 21 anos aparecerá no Today Show da NBC nesta sexta-feira, confirmou a emissora à Reuters.

Richardson foi escalada para correr nos 200 m no encontro da Stockholm Diamond League na Suécia neste fim de semana, mas ela não estava na lista de inscritos para a corrida no site oficial do encontro na quinta-feira.

A cannabis é proibida pela Agência Mundial Antidoping (WADA), mas se os atletas puderem provar que sua ingestão da substância não está relacionada ao desempenho esportivo, uma suspensão de três meses em vez dos quatro anos usuais é imposta.

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Se um atleta estiver disposto a realizar um programa de tratamento aprovado em colaboração com seu órgão nacional antidopagem, a proibição pode ser reduzida para um mês.

A texana almejava se tornar a primeira mulher americana a ganhar o título olímpico dos 100 metros desde Gail Devers em 1996, após postar 10,72 segundos em abril — uma de suas cinco corridas abaixo de 11 segundos nesta temporada.

Uma proibição de 30 dias retroativa ao tempo do resultado adverso poderia deixar Richardson livre para correr no revezamento 4×100 m nas Olimpíada em 6 de agosto, se selecionada pela USATF.

Richardson também poderia apelar de qualquer sanção à Corte de Arbitração do Esporte (CAS), assim como qualquer outro órgão esportivo que considerasse a punição muito branda.

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#PraTodosVerem: fotografia em meio perfil de Sha’Carri Richardson, usando roupa roxa e branca, com os braços erguidos e sorridente. Imagem: Chris Carlson | AP.

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