Literatura Sativa: Poeta da Maconha

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Se matasse, eu já tinha morrido

De tanto que fumo, eu já perdi a vergonha

Se legalizasse, eu não era mais oprimido

Militante pelo consumo… Poeta da maconha

 

Já são usuais os meus olhos vermelhos

Meu perfume de ganjah, meus textos brisados

Tão natural quanto minha barba e cabelos

Meu amor pela planta, meus versos ousados

 

Quem me criticava, hoje vê que funciona

É possível trabalhar e se divertir

Falar de política e ambientação

 

Quem se omitia, hoje até se emociona

É possível batalhar e ainda sorrir

Falar de notícia e legalização

 

Fotografia de Capa: Diogo Vieira | Smoke Buddies
Cobertura Marcha da Maconha de SP 2017

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Sobre Douglas Fortunato

Estudante de Filosofia no Rio de Janeiro, na UERJ, 26 anos e recém chegado na militância da causa canábica.
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