Israelense é mantida presa na Bielorrússia por suspeita de contrabando de 2,5 gramas de cannabis

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Detida na prisão do Castelo de Pishchalauski, a advogada Maya Rayten-Stol só teve direito a um telefonema após três semanas — ela supostamente enfatizou às autoridades bielorrussas que a maconha em sua posse era licenciada pelo Ministério da Saúde israelense, mas foi ignorada. As informações foram traduzidas pela Smoke Buddies do The Times of Israel

Atualização em 31/12/2021: no dia 30 de dezembro de 2021, Maya Rayten-Stol foi libertada após apelos do governo israelense às autoridades bielorrussas.

Uma mulher israelense está detida na Bielorrússia sob suspeita de ter tentado contrabandear 2,5 gramas de maconha medicinal para o país.

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Maya Rayten-Stol, advogada que possui uma licença de maconha medicinal do Ministério da Saúde de Israel, foi presa no aeroporto de Minsk, a caminho do país, três semanas atrás, disse sua família ao canal Keshet 12 na noite de sábado.

Após sua prisão, ela supostamente enfatizou às autoridades bielorrussas que a cannabis em sua posse era licenciada pelo Ministério da Saúde e tentou mostrar documentos para provar sua afirmação, mas foi ignorada.

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Maya Rayten-Stol. Foto: Facebook.

Detida na famosa prisão do Castelo de Pishchalauski, conhecida como o principal centro de detenção pré-julgamento do país, onde ativistas políticos são detidos, Rayten-Stol só teve direito a um telefonema após três semanas, disse sua família.

“Minha filha, minha única, minha amada, foi presa na Bielorrússia por algo que, de acordo com a lei israelense, é bom — mas não para eles”, disse a mãe de Rayten-Stol, Monica Krozensky, ao Keshet 12.

“Não sei quanto tempo vai demorar. Ela é uma menina, é uma ótima mãe, uma mãe solo, uma mãe que dá muita e muita força para a família e eles precisam dela. Não entendo por que ela não está sendo liberada”, disse ela.

De acordo com a lei bielorrussa, ela pode pegar de três a cinco anos de prisão pelo crime.

A família dela pediu ajuda ao Ministério das Relações Exteriores.

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Pais de Maya Rayten-Stol. Imagem: Keshet 12.

“Esta é alguém que usa e consome cannabis medicinal devido a problemas médicos pessoais. O Estado de Israel deve intervir e esclarecer a situação”, escreveu Avi Himi, presidente da Israel Bar Association (equivalente à OAB no Brasil), e o advogado Sharon Nahari, especialista em direito internacional, em uma carta ao ministro das Relações Exteriores Yair Lapid em nome da família.

“Eu imploro ao primeiro-ministro, ao ministro das Relações Exteriores Yair Lapid, a qualquer um que possa ajudar — por ajuda”, disse Krozensky ao Keshet. “Que eles a tragam para nós. Ela não deveria estar lá. Ela tem filhos que precisam dela. Não podemos esperar assim. Eu imploro, eu imploro que a traga para casa.”

O Ministério das Relações Exteriores disse que esteve em contato direto com a família e que o embaixador de Israel na Bielorrússia, Alon Shoham, visitou Rayten-Stol na prisão.

O caso surge na sequência da muito divulgada prisão na Turquia no início deste mês de Natali e Mordi Oknin, que foram detidos por oito dias sob suspeita de espionagem depois de fotografarem um palácio presidencial.

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O governo israelense estava intensamente envolvido nos esforços para garantir a libertação do casal, em meio a temores de que eles pudessem enfrentar anos de prisão por acusações forjadas. Mas, via de regra, não intervém com tanta força em todos os casos envolvendo prisões de israelenses no exterior.

No ano passado, Israel fez esforços intensivos para garantir a libertação de Naama Issachar, uma israelense de 26 anos que recebeu uma sentença de sete anos de prisão em Moscou por acusações de maconha.

De acordo com estatísticas publicadas pelo Keshet 12 na semana passada, 303 israelenses estão atualmente presos ou detidos no exterior.

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#PraTodosVerem: foto mostra um pequeno bud de cannabis sendo segurado por dois dedos, indicador e polegar, em forma de pinça, e uma vegetação, ao fundo, em pior foco. Imagem: Elsa Olofsson | Unsplash.

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