Fumar vs Vaporizar — entenda as diferenças

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Se você está na dúvida entre vaporizar ou fumar, entenda as diferenças, custos, prós e contras do uso dos vaporizadores, comparado ao cigarro

O que é melhor? Vaporizar ou fumar?

Os vaporizadores de ervas ainda são uma novidade para muita gente. Eles vêm se popularizando mais nos últimos 10 anos, mas, como de maneira geral a população está acostumada ao cigarro ou fumo, este assunto ainda desperta dúvidas.

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Vaporizador de ervas: mitos e verdades

Hoje, poucos estudos possuem uma comparação direta entre o vaporizador de ervas e o fumo. Isto se dá em razão da maioria dos estudos e pesquisas serem feitas por pessoas no campo do controle do tabaco, que em sua grande maioria querem eliminar totalmente o uso de nicotina no mundo.

Desta forma, os estudos comparativos entre fumo e vaporizador de ervas sempre irão apontar que a fumaça contém quantidades muito maiores de componentes cancerígenos e prejudiciais à saúde. Porém, quando o vapor é comparado ao ar do ambiente que respiramos, parece algo super ruim. Ou seja, a comparação nunca é justa, pois não colocam os dois frente a frente.

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#PraCegoVer: fotografia de uma mulher segurando um vaporizador da cor preta, aparecendo parte de seu busto e seu queixo.

Fumar e seus processos químicos

Durante o fumo, temos um comum fenômeno químico: a combustão.

Na combustão do tabaco, há uma enorme liberação de componentes químicos que prejudicam nosso organismo e liberam substâncias altamente cancerígenas. Mais de 20 componentes químicos são liberados neste processo. Dentre eles, podemos destacar:

  • Nicotina: um componente químico viciante que proporciona ao usuário o desejo de querer mais. Quando as pessoas dizem que são viciadas em fumar, elas são viciadas em nicotina;
  • Cianeto de hidrogênio;
  • Formaldeído;
  • Amônia;
  • Benzeno;
  • Monóxido de carbono;
  • Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.

Estes componentes, de maneira geral, têm total conexão com diversos tipos de condições, como o câncer e as doenças cardíacas e pulmonares. Na fabricação de um cigarro não podemos encontrar estes componentes químicos. Porém, como o explicado, a combustão da folha de tabaco gera reações que liberam estes componentes.

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#PraCegoVer: fotografia de um cigarro eletrônico apontado em direção à câmera com uma luz de cor azul acesa, e, ao fundo desfocado, os dedos que o segura o aparelho e uma nuvem de vapor branco.

Vaporizadores e seus processos químicos

Para início de conversa, o vaporizador de ervas em si já elimina um processo importantíssimo do fumo: a combustão.

Não há queima de nenhum componente, portanto, já de antemão diversos componentes químicos que são liberados no fumo, citados acima, não estão presentes no vaporizador de ervas. Sendo assim, estudos comprovam que são eliminados diversos componentes no processo de vaporização.

Abaixo estão alguns produtos químicos encontrados no vapor:

  • Propileno glicol;
  • Glicerina vegetal;
  • Acetaldeído;
  • Nitrosaminas.

Outros produtos químicos que podem ser encontrados fazem parte do processo da própria aromatização. Muitos deles seguros para serem consumidos e até provenientes de fontes naturais. A grande questão é: hoje não temos estudos de longo prazo associados ao ato de vaporizar ervas e seus efeitos. Porém, quando comparados ao fumo ainda são superiores em relação a fatores prejudiciais à saúde.

Redução de danos

Muita gente escolhe os vaporizadores pela discrição no consumo e, principalmente, para fugir dos danos causados pela liberação de componentes químicos que prejudicam nosso organismo e são altamente cancerígenos.

Em 2019, vimos nos Estados Unidos a “crise vaping”, um surto que os Centros de Controle e Prevenção de Doenças apelidaram de lesão pulmonar associada ao uso de cigarro eletrônico ou vaping (EVALI). 

A crise de saúde relacionada aos vapes desdobrou-se rapidamente, com relatos da mídia convencional informando que pessoas estavam morrendo supostamente por vaporizar principalmente produtos que continham THC. Alguns estados com mercados regulamentados, como Washington, chegaram a banir temporariamente os aditivos de vapes, enquanto outros, incluindo Massachusetts, proibiram totalmente a venda dos vaporizadores. 

Demorou alguns meses até que cientistas identificaram uma substância, o acetato de vitamina E, que é adicionado como agente cortante a um pouco de óleo para vaporizador, como o possível culpado da doença pulmonar

Representantes da indústria alegaram que a vitamina E era mais comumente encontrada em produtos do mercado ilícito e apontaram que a cannabis legal é regulamentada, testada e mais segura do que produtos não regulamentados. 

Recentemente, um estudo acadêmico confirmou que os estados sem cannabis licenciada e regulamentada registraram taxas mais altas de EVALI. O relatório, da Society for the Study of Addiction, observou que “esses resultados sugerem que os casos de EVALI não surgiram do cigarro eletrônico ou do uso de cannabis em si, mas sim de e-liquids ou aditivos distribuídos localmente mais prevalentes nas áreas afetadas”.

Na hora da aquisição, em uma opção de vape que utilize e-liquid, é importante estar atento aos componentes e substâncias, como o acetato de vitamina E, que são adicionados ao óleo para vaporizador. E lembre-se: produto original sempre, fuja de falsificações.

Fumar ou vaporizar, o que é mais barato?

Inicialmente, ao se deparar com os vaporizadores presentes hoje no mercado, e os preços praticados pelas marcas, você poderá pensar: ter um vaporizador de ervas é muito mais caro do que o fumo comum.

Porém, mesmo com um investimento inicial alto para vaporizar ervas, o custo para manter o tabagismo através do fumo é muito maior.

Para adquirir um kit inicial de vape que durará pelo menos 1 ano, tem-se um custo muito menor do que o valor de uma compra semanal de maços de cigarro ou seda, multiplicado pela quantidade de semanas do ano. E quando o fumo é de ervas naturais, o consumo pelo vaporizador é muito menor, pois os vaporizadores demandam menos quantidade para uma sessão do que o cigarro tradicional.

Sendo assim, você verá que o vaporizador de ervas se torna muito mais acessível, além de seguro e menos prejudicial à saúde.

Conclusões

Em resumo, a comparação entre o método tradicional de fumar e os vaporizadores de ervas mostra que realmente possuem aspectos bem diferentes, tanto no processo de utilização de cada um deles, quanto na aquisição e preço do produto e nos efeitos nocivos que ambos podem proporcionar.

A única questão que ainda fica no ar é: quais efeitos o vaporizador de ervas irá proporcionar ao usuário na utilização a longo prazo? Mas é certo que a ausência da combustão já faz o vaporizador ser um grande redutor de danos à saúde.

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#PraCegoVer: em destaque, fotografia de um homem utilizando um vaporizador envolto em uma nuvem de fumaça.

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