Família de Cascavel (PR) pede ajuda para tratamento de garoto autista com canabidiol

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O garoto, de 7 anos, é portador de autismo severo e está com cirrose hepática. Pais cogitam vender a própria casa para comprar o canabidiol. As informações são do CGN

Morando há pouco mais de um mês em Cascavel (PR), vinda de Toledo, uma família que reside no Jardim Melissa está precisando muito da ajuda da população para conseguir um tratamento eficaz e adequado ao pequeno Miguel Vogt da Silva, de apenas 7 anos, que é acometido por autismo severo e que está com cirrose no fígado.

Além de Miguel, o casal Giziane Vogt e Douglas Diego Moreira da Silva tem outro filho de 2 anos.

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A mãe de Miguel conta que o menino está praticamente desenganado pelos médicos. Quando o menino tinha um ano e nove meses, a família descobriu que ele estava com cirrose no fígado. Com três anos, Miguel foi diagnosticado com autismo. Posteriormente a família descobriu que o autismo do garotinho é severo. Ele precisa de tratamento neurológico.

Há cinco anos, o menino recebe acompanhamento com neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Exames apontaram que o menino tem hepatopatia crônica com cirrose hepática.

A última consulta feita com Miguel foi realizada no dia 19 de fevereiro. Havia uma nova consulta agendada para o dia 1º de julho, porém, por conta da pandemia, a família não pôde ir até a capital do Estado.

Por causa da cirrose, o menino não pode fazer tratamento com qualquer remédio. Ele vem sendo medicado com risperidona, que apresenta bons resultados, porém, a longo prazo, este remédio vai piorando a questão patológica de Miguel, por isso a indicação para o uso de canabidiol. Embora seja uma opção indicada por especialistas, este medicamento é bastante caro.

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Na busca por soluções que ficam mais em conta, a família passou a ter contato com uma Associação em João Pessoa, na Paraíba, que produz o remédio com valores mais acessíveis. Os custos seriam R$ 450 por mês mais o frete, para receber o medicamento, além do valor de R$ 350 de anuidade, para a manutenção do vínculo com a Associação.

Além destes gastos, uma médica que atende Miguel em Curitiba solicitou um exame que custa cerca de R$ 6 mil em um laboratório associado ao Hospital Pequeno Príncipe. Trata-se de um sequenciamento completo do exoma, que determinará se ele tem uma doença metabólica que agride os órgãos, pois, se for comprovada esta doença, não adiantaria nem mesmo fazer um transplante de fígado, pois a doença poderia agredir o fígado transplantado. A cirrose é uma doença silenciosa e que vai evoluindo, podendo se manifestar em algum momento e prejudicar ainda mais a saúde do pequeno Miguel. Por conta disso é necessária a realização do exame para fechar o diagnóstico, para chegar à conclusão se o transplante pode, ou não, ser feito.

Para ajudar a custear os tratamentos, a família fez uma vaquinha on-line chamada “Miguel Contra a Cirrose”. Para contribuir e ajudar a família a atingir a meta de R$ 5 mil, você pode acessar a vaquinha clicando neste link.

Giziane conta que, no dia a dia, Miguel é bastante agitado e se alimenta compulsivamente. Para dormir, o remédio calmante é indispensável. A situação, porém, se agravou bastante neste período de pandemia.

Enquanto Giziane é impossibilitada de trabalhar fora, pois ocupa 100% de seu tempo para cuidar dos filhos, o esposo Douglas Diego Moreira da Silva está desempregado e precisa de ajuda para conseguir um trabalho. Douglas tem experiência com jardinagem, porém, devido às dificuldades financeiras enfrentadas pela família, ele está impossibilitado de comprar as ferramentas e equipamentos necessários para esta profissão.

A família também busca outras formas para conseguir dinheiro, não só para o sustento da família e manutenção da moradia, mas para seguir com os tratamentos ao pequeno Miguel. A família cogita, inclusive, vender a casa recém-comprada para, então, adquirir o tratamento com canabidiol.

Outras necessidades desta família são referentes a compra de fraldas tamanho XXG, para o garotinho de 2 anos e de leite, para as duas crianças.

Quem puder contribuir com doações a esta família, como ferramentas para serviço de jardinagem, além de fraldas XXG e leite, pode fazer contato com o número (45) 99861-4222.

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#PraCegoVer: em destaque, fotografia que mostra Douglas com o filho menor no colo e Giziane junto a Miguel, sentados em um sofá. Foto: CGN.

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