Mulheres em cannabis: estudo documenta diversidade e inclusão no mercado da maconha

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O estudo busca descobrir e documentar as experiências de mulheres que trabalham no setor da maconha, com o objetivo de criar uma indústria justa e inclusiva. Com informações da Health Europa e tradução pela Smoke Buddies

À medida que amadurece a indústria da cannabis, muitas startups, cientistas, pesquisadores, cultivadores e muito mais estão tendo a oportunidade de estabelecer suas raízes e deixar uma marca na indústria. Este novo estudo procura investigar mulheres no contexto da cannabis e suas experiências neste novo setor.

O estudo quantitativo e global Women in Cannabis foi lançado para explorar, documentar e, finalmente, apoiar a participação das mulheres na indústria da cannabis.

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Mulheres em cannabis

Desde pesquisa científica, educação e prática médica, além de facilitar as mudanças na política de cannabis medicinal, a Medical Cannabis Network apresentou muitas das pioneiras do setor de cannabis.

Aqui, apresentamos apenas algumas das muitas mulheres liderando o caminho na indústria.

 Mulheres em cannabis: estudo documenta diversidade e inclusão no mercado da maconha

Charlotte Caldwell

Charlotte Caldwell é mãe de Billy Caldwell, que sofre de epilepsia grave e depende de cannabis medicinal para controlar suas convulsões. Em junho do ano passado, Caldwell testou a lei em torno da prescrição de cannabis medicinal em uma revisão judicial no Tribunal Superior de Belfast, com o objetivo de afrouxar a lei da cannabis medicinal e ajudar 35.000 clínicos gerais a prescrever medicamentos à base de cannabis. O trabalho de Caldwell ajudou a implementar clínicas privadas de cannabis medicinal no Reino Unido e ajudou pacientes a acessar prescrições particulares.

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Hannah Deacon

Outra facilitadora da mudança da política de cannabis no Reino Unido é Hannah Deacon. Mãe de Alfie Deacon, Hannah ganhou as manchetes nacionais no Reino Unido quando pediu diretamente à primeira-ministra Theresa May a permissão para ter acesso à cannabis medicinal para seu filho que também tem epilepsia. A campanha de Deacon ajudou no movimento liderado por pacientes que, em novembro de 2018, resultou no aumento do acesso à cannabis medicinal para pacientes do Reino Unido.

Cinzia Citti

A pesquisadora Cinzia Citti, do Instituto de Nanotecnologia sobre a nova descoberta, liderou a equipe que recentemente fez a descoberta revolucionária do novo composto da cannabis que se acredita ser 30 vezes mais potente que o THC.

Dra. Dani Gordon

A Dra. Dani Gordon é especialista em cannabis e medicina integrativa. Gordon é médica com certificação dupla, bem como especialista em bem-estar e especialista líder em cannabis clínica e medicina canabinoide. Ela tratou mais de 2.500 pacientes no Canadá em uma prática de referência para doenças crônicas complexas, onde se especializou em distúrbios neurológicos, dor crônica e condições de saúde mental.

Dra. Julia Piper

Dra. Julia Piper é especialista em medicina funcional. A Dra. Piper dirige seu próprio consultório particular de clínica geral, através do qual trabalha para aumentar a conscientização sobre o CBD e a cannabis medicinal, a fim de melhorar a educação em geral. A Dra. Piper é apaixonada por seu assunto e, através de sua prática, compartilha pesquisas sobre cannabis e CBD de maneira geral, coordenada habilmente pelo Professor O’Sullivan, ensinando pacientes e clínicos sobre a planta.

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Estudo

No início de março, o Estudo Mulheres em Cannabis (WICS, na sigla em inglês) anunciará os primeiros resultados de sua pesquisa que mede a diversidade e inclusão.

O estudo foi fundado em julho de 2019 por Jennifer Whetzel, da Ladyjane Branding, e posteriormente acompanhada pela líder de pesquisa dos EUA, Nicole Wolfe, da Wolfe Research & Consulting e pela parceira de vídeo Windy Borman, da DVA Productions, a líder de pesquisa do Canadá, Anne-Marie Fischer, da CannaWrite, e pela líder de pesquisa do Reino Unido, Dra. Callie Seaman. A missão da organização é contar as histórias de mulheres e histórias individuais de mulheres — com dados.

O estudo faz perguntas difíceis com a esperança de entender o histórico de trabalho das mulheres e as trajetórias profissionais e revelar seus obstáculos ao sucesso, incluindo suas experiências com bullying, assédio, discriminação e desrespeito.

As perguntas da pesquisa buscam identificar mulheres e participantes não binários como grupos e individualmente e amplificar a inclusão de vozes mal atendidas ou negligenciadas em um setor que agora é estimado em US$ 10 bilhões. Expressão de gênero, raça e etnia, sexualidade e se as mulheres são fisicamente aptas ​​ou têm o apoio e meios para prosperar na indústria da cannabis são o foco da pesquisa.

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#PraCegoVer: a imagem de capa traz uma montagem com a foto de uma mulher, olhando pra cima e com o punho cerrado sobre o peito, vestida com uma roupa amarela, e um fundo composto por desenhos de folhas verdes de maconha sobrepostas, sendo duas grandes e vermelhas; atrás das folhas, pode-se ver um fundo de cor verde água. Imagem: Royal Queen Seeds.

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Sobre Smoke Buddies

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